quinta-feira, 1 de março de 2012

A LIDERANÇA SERVIDORA E A EQUIPE DE SUCESSO


Uma equipe, pessoas reunidas com um único objetivo; Pessoas emocionalmente diferentes, cada uma com um objetivo pessoal, abraçadas a uma causa comum.
Confrontos, frustrações, alegrias, vitórias, derrotas, desânimo, felicidade em atingir a meta... Sentimentos estes presentes em todos os grupos de pessoas que se comprometem por uma causa.

O Grande Desafio do Líder é fazer com que a EQUIPE atinja níveis excelentes de resultados. Mas como fazer isso? Um grupo, pensamentos diferentes, atitudes diferentes, personalidades diferentes? "Tá" aí o grande desafio.

Ser um líder servidor não é tão fácil como parece. Vamos, pirmeiro, ao significado da palavra liderança. Gosto muito da definição que James Hunter ressalta em seu livro "O monge e o Executivo", Liderança é " A HABILIDADE DE INFLUENCIAR PESSOAS PARA TRABALHAREM ENTUSIASTICAMENTE VISANDO ATINGIR AOS OBJETIVOS IDENTIFICADOS COMO SENDO PARA O BEM COMUM". Se refletirmos esse conceito e ligarmos com o conceito de equipe percebemos que o líder é a pessoa que dá um rumo, motivação, entusiasmo para a equipe atingir o objetivo.

A liderança servidora tem como base principalmente os relacionamentos, cultivar amizades dentro do grupo é saúdavel, gera confiança mútua e os objetivos são concretizados mais rapidamente. Um líder servidor cultiva amigos, cultiva relacionamentos.

Outra característica essencial da liderança servidora é que um líder não está preocupado em crescer sozinho, mas sim em fazer crescer os integrantes da equipe, fazê-los chegar ao topo. O líder está preocupado em levar pessoas ao topo, levar pessoas ao sucesso, essa é a maior alegria de um líder servidor. É como John Maxwell, considerado um dos maiores treinadores de líderes dos últimos tempos, ressalta que "Os líderes precisam se lembrar de que o objetivo da liderança não é chegar em primeiro lugar, mas levar as pessoas com você até a linha de chegada".

Maxwell em seu livro "O livro de Ouro da Liderança" apresenta como a primeira lição de um líder "Quem chega ao topo sozinho fez algo errado no caminho", a lição se resume na característica de que os "Líderes (...) estão em constante mudança. Às vezes, estão descendo a montanha para descobrir novos líderes em potencial. Em outras oportunidades, estão na escalada com um grupo de pessoas. Os melhores (líderes) dedicam a melhor parte de seu tempo servindo outros líderes e levando-os para o alto".

O líder servidor está em constantes desafios consigo mesmo, pois é comum da natureza humana querer se destacar. Liderança é um exercício de ter humildade.


Abraço a todos.

Fontes consultadas: "O Livro de Ouro da Liderança" de John Maxwell, e o "O Monge e o Executivo" de James Hunter.
Um agradecimento especial  para a equipe do curso de Desenvolvimento de Equipes pelas novas definições do conceito de Equipe e pela contato e aprendizado dos ultimos dias. (A repetição da palavra Equipe foi de propósito :D).

Victor A. Moreira

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sobre a GRI e o Relatório de Desenvolvimento Sustentável


A Global Reporting Initiative(GRI) é uma instutição reconhecida pela Organização da Nações Unidas. Tal instituição desenvolve um modelo de relatório de sustentabilidade que pode ser aplicado pelas empresas anualmente.

A metodologia conta com três diretrizes principais, desempenho econômico, social e ambiental.

O uso das diretrizes não é obrigatório às empresas, porém funcionam como um método de transparência da empresa o para a sociedade. Além de conferir vantagens sobre outras instituições, pois demonstram em seus relatórios de sustentabilidade, que executam e abraçam a causa da responsabilidade sócio-ambiental, além da do desenvolvimento econômico, fortalecendo assim a sustentabilidade corporativa.

Segundo o manual de aplicação da metodologia GRI as empresas ao desenvolverem tal relatório conseguirão "vislumbrar possíveis problemas, ou oportunidades não antecipadas, em cadeias produtivas".

Iniciativas como esta, contribuem para a adaptação das empresas a novos padrões globais de desenvolvimento, podendo assim perceber a preocupação da empresa onde a metodologia é executada com o desenvolvimento social.

Abraço!


Fonte consultada: GRI: Diretrizes  para padronização de relatórios de sustentabilidade . (BSD do Brasil)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Da mudança do perfil de liderança e a autoridade

Como já mencionei em outra postagem, hoje estamos vivendo a mudança da visão do estilo de liderança. Hoje os líderes buscam cada vez mais serem inspiradores e motivadores para sua equipe. Percebe-se a mudança na relação de poder, que um dia foi imposta por grandes empresas no início do século passado.

James Hunter em seu livro "O Monge e o Executivo" ressalta que um verdadeiro líder não tem relação de poder com sua equipe, mas sim de autoridade. Qual a diferença? Hunter define PODER como " A faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não fazer" e AUTORIDADE como " A habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influência pessoal". Percebe-se a diferença dessas relações. Um verdadeiro líder, um líder motivador, deve exercer autoridade sobre sua equipe. Mas pense bem, como conquistar isso na sua equipe? A palavra chave é Confiança mútua.

Um líder demonstrando sempre um Bom exemplo, compromisso, sendo um Bom ouvinte, encorajando e motivando sua equipe (características essas favoráveis a conquista de confiança),  poderá ter então influência e assim conquistar a relação de autoridade junto ( e não 'sobre') a equipe.

Finalizo a postagem com as palavras de Hunter sobre a definição de liderança. LIDERANÇA é a  "Habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos identificados como sendo para o bem comum". 

Abraço a todos!

Victor A. Moreira

Livro consultado : O Monge e o Executivo: Uma História sobre a Essência da Liderança. HUNTER, James C.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Da Economia Circular e Da Problemática do Lixo


Qual o destino do mundo com tanto acúmulo de lixo? 
Hoje, a inovação e tecnologia nos proporcionam usufruir de produtos altamentes modernos, produtos esse como: utensílios domésticos, combustíveis altamente eficazes, máquinas gigantescas que visam a grande produção de outros tipos de produtos. 

Mas agora se pensarmos no ciclo de vida de um produto. Todos os tipos de produtos tem uma vida útil, mas e quando esse produto não cumpre mais seu papel para nós Seres Humanos, qual o destino dele? Lixo! Viram Lixo! Essa é uma situação comum que nos é acometida no dia a dia.

Se pensarmos no meio ambiente, qual impacto este produto gerará para um ecossistema? Como influenciará nos ciclos naturais?

Uma grande problemática hoje é o Lixo. Milhões de toneladas a cada ano. Países não sabem o que fazer com a quantidade de lixo acumulada. Fatos como aos acompanhados algumas vezes pelos telejornais como "containers" de lixo hospitalar ou tecnológico, sendo 'mandado' ilegalmente para outros lugares, uma tentativa ilegal de um país se livrar de lixo. O triste fato da exportação de lixo.

E devido a esta problemática do lixo foi desenvolvida uma metodologia (a qual já citei neste blog), a Economia Circular. Está embazada no princípio de que os produtos que forem consumidos pela população, ao final de sua vida útil, voltem a natureza, não na forma de lixo, mas na forma de alimento. Isso mesmo! Alimento.

A Economia Circular visa um menor impacto ambiental de produtos ao final de sua vida útil. Tudo o que for gerado deve voltar ao meio ambiente e este alimento ('lixo') entrará nos ciclos naturais, sem afetá-los negativamente, fazendo-os assim serem parte da Economia da Natureza.

Outro ponto de vista que a Economia Circular defende é a reciclagem de produtos. Mas não a reciclagem que vemos hoje, que é ditá negativa ( a cada etapa de reciclagem o produto elaborado tem menos qualidade que o anterior). A Economia Circular defende uma reciclagem dita positiva, onde os produtos devem ser criados e reciclados pensando antes em como elaborar formas menos desgastante do material criado.


Para saber mais sobre a Economia circular (ou Cradle to Cradle) acesse os links a seguir:
http://www.youtube.com/watch?v=I5vjkd89EuA&feature=channel
http://www.youtube.com/watch?v=xsOHcRt9Ohg&feature=channel

Abraço a todos!

Victor A. Moreira

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Empreendedores sociais e o futuro do mundo, Parte 2: Alguns empreendedores sociais brasileiros



Claudio e Suzana Pádua, os fundadores do Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas)


Erika Foureaux, a fundadora do Instituto Noisinho da Silva


Luiz Geraldo de Oliveira Moura, diretor-presidente do Nepa (Núcleo de Ensino e Pesquisa Aplicada)


Rosana Bianchini, fundadora do Instituto Kairós

Abraços,

Victor A. Moreira

Empreendedores sociais e o futuro do mundo

Empreendedor social, difere do empreendedor corporativo em relação a geração de lucro. O empreendedor social se preocupa com problemas ambientais e sociais, e através de seu trabalho cria soluções para tais problemas. 

A principal características desses empreendedores é o espírito idealista e visionário, onde muitas vezes dedicam sua vida para a realização de tal ideal.

A Ashoka (http://www.ashoka.org.br/) define empreendedor social como alguém que "Aponta tendências e  traz soluções inovadoras para problemas sociais e ambientais, seja por enxergar um problema que ainda não é reconhecido pela sociedade e/ou por vê-lo por meio de uma perspectiva diferenciada. Por meio de sua atuação ele(a) acelera o processo de mudanças e inspira outros atores a se engajarem em torno de uma causa comum.(...) Em vez de deixar as necessidades da sociedade só para o governo ou a iniciativa privada, os empreendedores sociais identificam o que não está funcionando e buscam colocar em ação soluções para os problemas estruturais e sistêmicos da sociedade".

David Bornstein (Jornalista e escritor de 'O preço de um sonho' e 'Como mudar o mundo') quando perguntado "Por que no Brasil se fala tão pouco nos empreendedores sociais em comparação com os Estados Unidos?", em entrevista a revista Época em julho de 2006, ele responde "Pergunte a alguém em uma cidade brasileira sobre os empreendedores sociais. Ninguém tem ideia de quem são essas pessoas. Mas pergunte sobre a gangue que está aterrorizando a cidade e eles sabem o nome. Por que um é mais importante que o outro? Ambos estão mudando a cidade. Ainda há muita descrença em países que tiveram muita corrupção e ditadores. Quando você teve um presidente roubando milhões de dólares, como Fernando Collor, é fácil dizer que todo mundo rouba. Mas, se as pessoas conhecessem as histórias de 50 ou cem empreendedores sociais brasileiros, ficariam impressionadas. Se eu fosse um grande investidor, empenharia meu dinheiro onde os empreendedores sociais atuam. O que eles fazem hoje determinará a sociedade em 20 anos". Bornstein defende ainda que empreendedores sociais são mais eficientes em desenvolver novas ideias e farão maior diferença que o governo em relação as mudanças e melhorias socioambientais.

Termino então esta postagem com as palavras do próprio Bornstein "Não importa quanto você tem, importa quanto você pode contribuir para a sociedade".

Abraço Moçada!

(Reportagem completa com David Bornstein no Link: 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A visão das empresas no século XXI

Hoje no mundo corporativo, as empresas vêm adotando novas visões de características que eram comuns no século XX. A revista Business Week de 21/08/2000 ressalta tais características. As organizações neste século buscam cada vez mais a mudança como geradora de oportunidades, deixando o antigo modelo estável para trás. Uma outra característica que muda é na estrutura, as empresas eram auto-suficientes, hoje a auto-suficiência não basta, é então adotado os modelos de interdependência. Com essa interdependência buscam atingir níveis globais, diferente do século passado que buscavam o alcance local.

Uma característica ressaltante é a visão do modelo de liderança, no século passado apresentava-se de maneira metódica e hoje, o líder exerce um verdadeiro papel de inspiração e motivação para sua empresa e trabalhadores. Este fator é determinante para o crescimento sustentável da empresa a nível da cultura empreendedora, buscando em um modelo de motivação o crescimento pessoal e profissional do funcionários.

Percebe-se também que as empresas se preocupam cada vez mais com a comunidade que estão inseridas, buscando através da responsabilidade social beneficiar tal comunidade. O perfil dos novos empreendedores busca contribuir para a sociedade promovendo métodos de inclusão e educação, tendo a visão de mudança global. As empresas adotando modelos como este, buscam níveis cada vez mais altos de excelência.

Este modelo atual torna as organizações INOVADORAS e EMPREENDEDORAS, buscando níveis cada vez mais altos de EXCELÊNCIA e RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL.


Abraço a todos.

Bibliografia consultada: Construindo estratégias para vencer! VASCONCELOS FILHO & PAGNONCELLI. 14ªedição. Editora Campus. Rio de Janeiro, 2001.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ideias no conceito de Sustentabilidade inseridas nas empresas atuais

Hoje, as grandes empresas privadas criaram uma ramificação do pensamento de desenvolvimento sustentável para a área corporativa, a sustentabilidade dentro das empresas.

Para uma empresa ser sustentável deve integrar principalmente os três fatores: cultura empreendedora, cultura local de onde a empresa se insere e responsabilidade sócio(ambiental).

Cultura empreendedora refere-se a postura que a empresa toma, a sua missão e visão. A partir disso criando tal método de agir em conjunto aos funcionários, clientes e sociedade. A partir do momento em que ela se instala em uma comunidade deve se familiarizar com a cultura local, assimilando assim a cultura empreendedora com a cultura da sociedade local, criando um vínculo 'sustentável' fazendo com que essa interligação de cultura favoreça o crescimento da empresa e da comunidade. E quanto a responsabilidade sócio(ambiental)?

A responsabilidade social é a forma de a empresa beneficiar a comunidade, visando o crescimento dela. Desenvolvendo lideranças, educação e principalmente quebrando paradigmas de situações que norteiam a população no dia a dia. A responsabilidade ambiental é como a empresa presta contas ao meio ambiente, desenvolvendo metodologias de preservação ambiental, conscientização da população local a respeito de temáticas ambientais. E a responsabilidade socioambiental que integra ambos.

Considero a responsabilidade socioambiental a maneira de como a empresa interliga tanto sua cultura empreendedora como sua inserção junto a comunidade local visando métodos cada vez mais sustentáveis nessa relação imposta. Ou seja, a empresa cria novos horizontes, visando o desenvolvimento de tecnologias que possam tornar seus produtos mais sustentáveis (um exemplo é o da metodologia "Cradle to Cradle"), desenvolvendo uma educação ambiental e social junto a comunidade, visando o estabelecimento de inserir novas formas de visão de mundo, ampliando o horizonte de visão de cada indivíduo da comunidade. Dessa forma adotará uma maior interdependência da sociedade e empresa, podendo deste modo estabelecer um novo modo de crescimento, onde ambos sejam beneficiados, rumo a um crescimento estável.



Quem sabe, um modelo como este, inserido em todas as empresas, não mudaria os quadros atuais que todos nós acompanhamos nos noticiários.

Saudações Bioombenses...


Abraços

Do "Cradle to Cradle"

Desenvolvimento Sustentável, tema em "alta", usada por políticos em seus comícios " Farei com que o Brasil tenha altos índices de desenvolvimento sustentável, fazendo assim com que respeitemos a natureza e a deixemos 'intacta' às gerações futuras". Em voga também com o tema sustentabilidade, utilizado nos diversos setores de empresas privadas, onde uma empresa coloca lixeiras de materiais recicláveis e diz que ela está cumprindo com seu papel de empresa sustentável. Sustentabilidade é isso? Realmente?

Me familiarizo com uma metodologia chamada "Cradle to Cradle", ou também chamada de Economia Circular. Tal Metodologia retrata a temática de um mundo livre de lixo. Diz que o mundo atual deve repensar nas formas de elaboração de produtos, para que tais não virem lixo ao final de sua vida útil, mas sim entrem nos sistemas biológicos, respeitando assim a economia da natureza.

Michael Braungart, um dos idealizadores dessa metodologia de produção, diz que nós, seres humanos, com o modelo de produção atual estamos aos poucos acabando com os ciclos naturais dos recursos naturais. Ou seja, consumimos produtos e não pensamos no fim da vida útil dele, e no transtorno que poderá gerar quando virar 'lixo'. Sua ideia então, é desenvolver produtos que ao final da vida útil, virem um material que possa entrar nos ciclos biológicos sem afetá-lo negativamente.

Para pensar não é?!





Saudações 

Abraço a todos...

(Logo mais postagens referente ao tema da Economia circular)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Rio +20 e o Desenvolvimento sustentável

Daqui a 139 dias se dará início a conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, cujo principal objetivo é assegurar o comprometimento político com os temas de sustentabilidade, avaliando também o que já foi feito em relação ao tema até hoje no mundo.

O tema em destaque no evento é a economia verde, ou seja buscar um desenvolvimento que diminua a queima de carbono, tornar os recursos de produção mais eficientes e fazendo com que a sociedade participe da aplicação desse método.

Me pergunto, será que realmente a diminuição da queima do carbono merece um destaque em um evento de grande porte como esse?

Concordo que este tema é importante e deve tornar um destaque, porém devemos pensar qual a maior problemática no mundo de hoje e que se tornará cada vez pior ao decorrer dos anos?




O LIXO. Já pararam pra pensar que na natureza todos os seres vivos (exceto o ser humano) geram lixo totalmente utilizáveis para outros indivíduos? Ocorre uma ciclagem natural de nutrientes. Na economia da natureza o lixo é considerado como alimento. Agora pensem no caso do ser humano. O nosso lixo é realmente utilizável após o contato com o meio ambiente?

Pois é, tirando alguns resíduos orgânicos a maioria do lixo fica ali, acumulado por vários anos até sua degradação. O ser humano quebrou com o ciclo da economia da natureza.

Qual será o futuro do nosso planeta? Qual será o futuro da vida presente nele? Se não utilizarmos tecnologias que ajudam a melhorar tal quadro e mudar atitudes referente a isto, o planeta entrará em estado drástico ao longo dos próximos anos.

Algumas pequenas atitudes podem ajudar a mudar tal quadro, como a reciclagem de materiais que podem ser reutilizados. Um método simples talvez possa diminuir esse quadro, mas isto ainda não será o suficiente para reverter "totalmente" o quadro( Isso mesmo, totalmente entre aspas. Acredito que o quadro não poderá ser totalmente revertido, apenas fazer algo que possa diminuir o progresso acelerado de tal fato. Em outras postagens comento minha opinião sobre isto). Incentivos do governo para o desenvolvimento de tecnologias de reaproveitamento de materiais de forma mais eficiente será um ótimo começo para uma possível mudança deste quadro atual.

Façamos a nossa parte de cobrança e atitudes para criarmos uma mudança na situação...

Abraço Pessoal.

Saudações Bioombenses

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Poluição atmosférica? Excesso de lançamento de gases estufa? O que eu tenho a ver com isso?

Certa vez, caminhando pelo centro de minha cidade, resolvo assentar-me e olhar o trânsito (é! Empolgante moçada - risos). Um fato que me chama a atenção é o excesso de veículos automotivos nas ruas, parece que existe mais carros que pessoas, será isso possível?

Penso agora a respeito de temas atuais como excesso de lançamento de poluentes atmosféricos devido ao uso excessivo de combustíveis fósseis. Comparando a situação transcrita acima penso, será que existem maneiras de fazer com que se diminua o uso excessivo deste tipo de veículo?

Sim, existe. Porém tenho que concordar que em algumas situações torna-se difícil não utilizar um automóvel no dia-a-dia. Mas o que acontece hoje é que se tornou tão cômodo utilizar tal veículo, que percorremos distâncias muito curtas utilizando o bendito carro (ou moto). Indo por exemplo, comprar pão na padaria ali na esquina, ou então ir no mercado que se encontra a duas quadras de sua residência. Algumas pessoas até esquecem que têm pernas e podem caminhar/pedalar até a esquina ou até o mercado(:D).Existe um método alternativo para realizar tais tarefas sem utilizar o bendito vício automotivo?

Existe um grupo de pessoas que resolveu radicalizar e utilizar a bicicleta como meio de transporte diário. Ir ao trabalho, ir fazer compras, tudo isso em cima da magrela. Atitude esta realmente sensacional, quebrando paradigmas da sociedade atual. Quem sabe fatos como este não poderão fazer parte da nossa vida?

Segue abaixo o link de vídeo de depoimentos que utilizam a bicicleta no dia-a-dia.

http://www.youtube.com/watch?v=IM4DJrA6YdI&feature=related

Abraço Moçada!